PARABÉNS, VEJA!

MÍDIA

 “…houve um tempo em que nós (comunistas) éramos combatidos com perseguições e prisão, hoje somos vítimas do apedrejamento midiático…”, disse o ex-ministro Orlando Silva, em evento do seu partido, segundo A Tarde de ontem (06/11). A mídia burguesa realmente é terrível. Publica tudo! Recentemente, divulgou até uma gravação feita pela polícia civil de Brasília em que aparece o antecessor do ex-ministro, seu ex-colega de partido e atual governador do DF, Agnelo Queiroz. Na gravação, o atual petista trata intimamente com o “bandido desqualificado” (termo do denunciado Orlando) João Dias Ferreira, o soldado PM e ex-militante do PCdoB que ficou rico à frente de ONG ligada ao Ministério do Esporte. “Meu mestre!“.  Foi como o enroladíssimo governador atendeu ao telefonema… ” Meu mestre“? Pior do que isso só aquele prefeito de São Desidério/Ba dizendo que os esgotos a céu aberto da sua cidade não recebem nada dos R$70 milhões que arrecada anualmente, porque, segundo o seu  QUEIXO DUROeles são de responsabilidade do Estado (JN/Globo recente- http://www.youtube.com/watch?v=Zs4fnrZDx30).

Que imprensa, meu deus! Chega a dizer que  “…Orlando Silva comprou por R$ 370 mil, à vista, um terreno de 90 mil m² no distrito de Sousas, em Campinas (SP) (http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2011/10/18/oposicao-ira-questionar-orlando-silva-e-petrobras-sobre-compra-de-terreno-sobre-dutos.htm), e diz isso, como se o jovem que foi ministro desde 2006 não pudesse pagar, à vista, o seu terreninho e fazer a sua casinha (nº65, o mesmo do partido) com os seus  R$ 10.748,43 por mês! Ainda bem que o governador Jaques Wagner estava presente e, talvez lembrando das mentiras contadas na época do Mensalão,  dos “aloprados”, de Collor, Maluf, Arruda, Renans, ACMsPedro Álvares Cabral, etc (PARTIDO DA CLEPTOMANIA DO BRASIL), ajudou a defender o colega de esquerda. Numa imprensa socialista, “mentiras” como essas jamais seriam contadas, claro. E se fossem, seriam imediatamente acompanhadas do óbvio direito de resposta, como é sabido.  Que QUEIXO, meu deus!  Veja, também, O QUE É ISSO, COMPANHEIRO?),VOCÊ JÁ VIU ESSE FILME? (have you ever seem that film?), VOCÊ JÁ VIU ESSE FILME? – parte 2, “SERRI, GENTE”

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visitas, em 15 meses (e não abre no trabalho, viu?). Obrigado.

06/11

…………………………………………………………………………………….PARABÉNS, VEJA!

“… A imprensa conservadora … a imprensa que é sempre contra os trabalhadores … Revista Veja, O Estado de São Paulo…”

Cuidado, leitor. Muito cuidado!

 … A imprensa não existe, a não ser no sentido de conjuntoFolha de São Paulo, Estadão, Globo, A Classe Operária, etc, etc são as espécies  do gênero. É vária a imprensa, tanto quanto são vários os interesses, mesmo quando não declarados, como os que se bicavam (ou bicam) entre os socialistas. O importante é que, além de vário, o interesse seja legítimo e publicamente defensável, o que nem sempre é.  Legítimo e defensável, por exemplo, é que, havendo o fato e quem se interesse por ele (sociedade), ela (a imprensa) seja perigosa e até fatal… (veja O POVO NÃO É BOBO, ABAIXO…)

Você lembra que O CASO BANCOOP  gerou um problemão danado, por aqui? Por que NAÕ foi a imprensa “dos trabalhadoresquem deu voz e imagem aos associados da cooperativa paulista, cujo dinheiro foi militantemente desviado? Por que, após pegarem até empréstimo pessoal em banco para manter em dia a prestação da casa própria, o direito de expresão e protesto daqueles trabalhadores NÃO se deu em jornais ou revista de  “suas” entidadesdefensoras”? Não é estranho que uma entidade como o Sindjufe tenha publicado até “moção de repúdio”  contra o MPF e JF, que defenderam a lei estabelecida, o direito da União e dos usuários da praia, mas, aparentemente zangada com a defesa dos cooperados paulistas feita por aqui, transferiu a guerra que deveria fazer aos seus “funcionários de confiança”  para este secundário editor (veja É NA PRESSÃO ou ME ENGANARAM?)? Sim, tudo leva a crer ter-se tratado de mero populismo e oportunismo não se sabe até onde baratos, mas,  do Sesef, você não deve ter se esquecido, né (veja O ABACAXI E AS CARTAS)? Em qual site ou jornal defensor de fracos e oprimidos (centrais sindicais, partidos de esquerda, sindicatos…) você viu alguma nota a respeito? Algo não parece fora de lugar, leitor? Teria razão Cazuza, quando, ainda nos tempos da utopia, disse que uma ou outra piscina estaria cheia de ratos?:

… Dias sim, dias não …

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas ideias não correspondem aos fatos
O tempo não para

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para
Não para, não, não para…

http://www.youtube.com/watch?v=vPAlphS6LtE

Humm! Ouvi tanto isso na RUF (Residência do Universitário Feirense, Barris)! O LP era de um certo estudante de engenharia civil que se tornaria famoso como “jornalista” (veja MULTIUSO11). Mas, afinal, por que os dados rolam tanto, o futuro repete tanto passado e esse museu de grandes novidades pode ser aberto ao público em um canto e em outros, não?                              

…Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro… 

Discordar do grande Cazuza? Quem há de?  Modestamente, entretanto, oporia mais estas razões miúdas:

…Meios de comunicação são um negócio como outro qualquer, e  cada dono tem os seus interesses, que defende.  A verdade de um é geralmente buscada pelo outro, como sempre observou o já não tão potente materialismo. Daí a importância da diversidade. Se não fosse assim, a “imprensa” “socialista” teria sido a mais livre e democrática já havida, como teria sido o seu Estado, também. Foi? Não. Por que não? “O importante não é o coletivo, e não o individual“? (…) E não esqueça: o interesse  público não existe na natureza. Quem existe é o privado, que, forçado, pode criar e até defender o público Forçado! ( MULTIUSO8)

É que não esqueço do que li e ouvi da célebre Marilena Chauí, a filósofa doutora que tanto encantou o melhor da esquerda nos anos 80.  Falando recentemente em favor da candidata Dilma, ela disse:

 “… o que distingue a democracia? … em primeiro lugar: a defesa da liberdade de pensamento e expressão , isto é, a defesa do direito da opinião pública … para isso é preciso que você tenha acesso aos meios pelos quais você exprime sua opinião… Ora, quando esses meios  são um monopólio, quem vem falar pra mim em democracia? … Para que ela exista, seria preciso que, em igualdade de condições,  duas, três ou quatro opiniões  antagônicas pudessem se exprimir no mesmo tempo e no mesmo  espaço … O que nós temos é controle da opinião…”

(veja A GUERRA QUE ELES NÃO PODEM PERDER, EM 2011, TODOS OS SONHOS SERÃO VERDADE? e O PLIN-PLIN E A VERDADE!)

Não lhe parece um tanto elementar, meu caro leitor? Então se ligue. Se quiser, pode até dar mais uma olhada em  UM GRANDE NEGÓCIO? e se prepare porque o que vem de chavão e cliché  por aí, meu amigo… Chavão e cliché você sabe, né?  É do que vivem os heróis da vida fácil e os demagogos, principalmente quando acossados por fatos e números que não lhes permitem respirar. Exemplos: DESVIO NO SINDJUFE É DE BEM MAIS DE MEIO MILHÃO!, FERVIDOS E MAL PAGOS?, 02 FILHOS DE FRANCISCO, NADA MAIS DO QUE A VERDADE?, LÁ e CÁ. MAS FALTA UM LÁ, O QUE É ISSO, COMPANHEIRO?… E, sem oxigênio, outra coisa não pode lhes socorrer, senão a eventual passividade ou credulidade dos seus ouvintes e as metralhadoras cheias de mágica para evocá-las.  Daí a cantoria “… A imprensa conservadora … a imprensa que é sempre contra os trabalhadores …”, matraqueada na última assembleia geral (TRT), quase dizendo que, se  o PCS que já teve 100% de certeza…

pcs 100%, maravilhoso IMAGEM MODIFICADA A MANDO LIMINAR DA JUSTIÇALIMINAR JUDICIAL

não sair, seria por causas alheias ao Estado… Estado de que, hoje, os sindicatos são parte, né, leitor? Notou no 100% e na “entrevista“? Notou (no quadro amarelo) que, com o mesmo grupo no poder, já houve um tempo em que o sindicato queria a sua participação sobre “TEMAS DE INTERESSE DA SOCIEDADE“? O que mudou e por quê, jesuis (veja ANO ZERO, DIA ZERO, GRILAGEM x APAGÃO MORAL, A PULGA, O BURRO e AS NORMAS )…?

De uma coisa, entretanto, ninguém duvida: se a capacidade de pagamento do Estado Brasileiro não é maior  hoje, é sobretudo devido ao roubo sistemático das suas receitas, o que (segundo o CQC/Bandeirantes) ultrapassou os R$720 bilhões, nos últimos 10 anos.  E não é quase exclusivamente disso que, desde o mensalão mais conhecido, têm se alimentado as manchetes mais vistas do país? Será mesmo que elas são tão “conservadoras” e “contra os trabalhadores”, assim? Curiosidades:

  • se são “conservadoras” etão “contra os trabalhadores”, o que levaria o regime militar a censurá-las?
  • Seria por “conservadorismo” que o liberal o Estado de São Paulo encontra-se  judicialmente proibido de publicar sobre a Operação Boi Barrica, pela qual a PF investigou o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado?
  • Seria por altos princípios e defesa da sociedade que você não vê temas como esses na “imprensa” “defensora do trabalhador”, leitor? Aliás, não se está buscando na justiça baiana um tiquinho dessa censura para esta segundavia?
  • Teria sido por “conservadorismo” que o liberal O Estadão cuidaria do seu negócio (como em qualquer outro ramo, inclusive na política sindical) e sapecaria a própria carne com manchete sobre a Operação Araguaia, em plena ditadura militar (veja QUANTA DIFERENÇA!)?

Com exceção de termos como “direita” e esquerda”, nada é tão simples, assim, meu camarada. Que o digamSTALIN, MAO, FIDEL (e ERENICE), OS BANDIDOS DE CUBA, FASCISMO DE ESQUERDA (o livro) VIDEOGRAMAS DE UMA REVOLUÇÃO, VOCABULÁRIO DE IDEIAS PASSADAS, CISNES SELVAGENS e  A VINGANÇA DE MARX. Tanto não é que, como qualquer olho minimamente aberto pode ver, NÃO são mais as antigas bandeiras vermelhas que, hoje, singram o ar em busca de moralidade. Se é que já singraram, né? Claro que, aqui e ali, sempre há uma alma penada como José Antônio Reguffe (PDT, veja MULTIUSO6), um Chico de Alencar (PSOL), um Ivan Valente (PSOL) e outros que o excesso de fuligem no ar não deixa ver. Mas já faz tempo, meu amigo, que  o brilho civil de UNEs e sindicatos  se isolou na vida não partidária e na “imprensa burguesa”.

Parabéns, Revista Veja, pelas vigilância, entrevistas e capas PRO-EDUCAÇÃO, DEMOCRACIA e ANTICORRUPÇÃO. Sociedade é isso.  Abaixo, uma tradução da matéria do inglês The Guardian (O BRASIL É O MAIS RECENTE PAÍS A SE ASSUSTAR COM A CORRUPÇÃO – cinco ministros caíram por causa de escândalos desde janeiro, e milhares participam de protestos anticorrupção), publicada na versão eletrônica da própria revista:

De sua sala na redação instalada no 19º andar, Eurípedes Alcântara [diretor de redação e editorial] desfruta de uma vista espetacular do “novo Brasil”. Helicópteros atravessam o céu, carros novos abrem caminho pela cidade, arranha-céus e shoppings de luxo brotam no cenário urbano. Mas Alcântara, um dos jornalistas mais poderosos do país, também não perde de vista o Brasil velho. Um país de negociatas, rinhas e corrupção endêmica que custam bilhões a cada ano e continuam a retardar a ascensão desse gigante sul-americano.

Como diretor de redação da influente e polarizadora revista VEJA, Alcântara acredita que é sua tarefa por um fim à baixaria. “É um choque de civilizações. Que tipo de país queremos ser?”, diz ele. “A maioria das pessoas joga segundo as regras, trabalha de sol a sol e paga os impostos em dia. Mas há um grupo que vive se locupletando do estado, fazendo negócios com aqueles que têm as chaves do cofre. Combater a corrupção é nossa missão.”

O ano de 2011 vai entrar para a história brasileira como aquele em que Dilma Rousseff, a primeira mulher presidente, subiu ao poder. Mas talvez ele também seja lembrado como aquele em que a frustração com a corrupção política sem peias finalmente transbordou. Desde que Rousseff assumiu, em Janeiro, cinco ministros caíram por causa de escândalos éticos ou de corrupção – sendo o último deles Orlando Silva, ministro do Esporte que se demitiu na última quarta-feira, depois de VEJA denunciar seu envolvimento numa tramoia de 14 milhões de libras. Protestos em todo o país, ainda que tímidos se comparados com os do Chile ou do Oriente Médio, levaram milhares às ruas, exigindo um fim à pilhagem do dinheiro público

Com a palavra corrupção na boca de todos, a imprensa brasileira desempenhou um papel fundamental na descoberta de malfeitos de alguns dos políticos mais poderosos do país. Em junho, o poderoso ministro da Casa Civil de Rousseff, Antonio Palocci, se viu obrigado a renunciar depois que o jornal Folha de S. Paulo revelou que sua fortuna pessoal havia se multiplicado por 20 em apenas quatro anos. Três meses mais tarde, o mesmo jornal ajudou a destronar o ministro do Turismo Pedro Novais, que já havia sido acusado de usar dinheiro público para bancar uma farra em um motel chamado The Caribbean. A conta de Novais no motel – onde quartos equipados com piscinas, saunas e camas redondas custam 35 libras por três horas – ficou em 767 libras.

Reportagens de VEJA, enquanto isso, derrubaram o ministro da Agricultura Wagner Rossi, acusado de malversar dinheiro público, o ministro dos Transportes Alfredo Nascimento – com o relato de um esquema de propinas em sua pasta – e o ministro do Esporte nesta semana. “Os políticos dizem: ‘Quando recebo um telefonema de VEJA é sinal que a minha vida vai piorar’”, diz Alcântara com um sorriso logo interrompido. “Mas isso não me dá prazer… Não vejo isso como uma vitória.” “Não se trata de uma campanha… mas é uma obsessão”, acrescentou o editor de 55 anos, cuja revista mais recente trouxe na capa a manchete Dez Motivos Para se Indignar com a Corrupção. A reportagem observa que os 85 bilhões de reais de dinheiro público surrupiados a cada ano poderiam erradicar a pobreza, construir 1,5 milhão de casas – ou comprar 18 milhões de bolsas de grife.

Alcântara – cuja revista tem circulação de 1,2 milhão de exemplares e algo entre 6 e 10 milhões de leitores – admite que a maioria dos furos de VEJA sobre corrupção tem origem em “dicas” de pessoas que, com frequência, estão elas mesmas implicadas no submundo da política brasileira. “Não temos uma Delta Force. Temos antenas”, ele disse, referindo-se às redações da revista em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, a capitas do país, onde um total de 78 repórteres devem manter seus olhos e ouvidos atentos a sinais de negociatas, estejam cobrindo ciências, transportes ou arte.

Separar a política de VEJA de sua cruzada anticorrupção é uma tarefa complexa.

A revista é detestada pela esquerda brasileira, que afirma que ela tem um viés inerentemente contrário ao PT, que está no poder, e seus aliados, prestando atenção excessiva aos pecadilhos dos políticos dessas agremiações, enquanto ignora os deslizes de seus amigos. Luiz Inácio Lula da Silva, o primeiro presidente brasileiro de origem operária, teve um relacionamento particularmente turbulento com a revista em seus oito anos de mandato. “Vamos ser francos, alguns jornalistas dE VEJA merecem um Nobel por irresponsabilidade”, disse Lula em 2006, depois de uma reportagem afirmar que ele e seus aliados tinham contas secretas em paraísos fiscais. “VEJA não publica acusações. Ela publica mentiras.”

Alcântara reserva termos mais simpáticos para Rousseff, a sucessora de Lula, que deu início ao que se tem chamado de “faxina”, demitindo seis ministros em dez meses no poder. “Parece-me que ela é muito mais intolerante com a corrupção do que Lula”, diz ele. “Dilma, nas palavras e nos atos, mostrou muito menos tolerância e muito mais compreensão da desgraça que é a corrupção nesta país. Existe agora uma percepção muito forte, e creio que aqui podemos incluir a presidente, de que esse tipo de extorsão é inaceitável.” A reação de Rousseff à corrupção e a cobertura constante da imprensa fomentou uma série de protestos pelo Brasil. “Como pode um país tão rico e grande ter níveis semelhantes de pobreza? Uma das explicações, sem dúvida, é a corrupção endêmica e histórica”, disse Antônio Carlos Costa, diretor da ong antiviolência Rio de Paz, em um evento recente que reuniu 2500 pessoas. “Falamos de algo que atravessa todas as esferas de poder. Vai dos narcotraficantes ao Congresso. Polui tudo, solapa nossas relações. Só é possível combater esse problema com dedicação e perseverança.”

Natalia Lebeis, 23 anos, também se uniu ao protesto – vestida de palhaço. “Dizem que os brasileiros só saem às ruas para assistir ao futebol ou ao carnaval”, diz ela. “Nós somos a voz da nação. Chegou a hora de as pessoas mostrarem seu rosto e protestarem contra a corrupção e a impunidade.”

Alcântara, que já foi correspondente em Nova York e acaba de assinar uma entrevista de três páginas com o cantor Neil Youg, lembrou-se de Paul McCartney para capturar seu sentimento sobre as chances da guerra contra a corrupção ser vencida no Brasil. “É um cabo-de-guerra”, disse ele, referindo-se à canção de 1982 do ex-Beatle. “Um cabo-de-guerra entre aqueles que desejam nos arrastar de volta para o século XIX e aqueles que tentam nos levar ao século XXI. Sou um otimista – acredito que o século XXI vai vencer.”

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/a-imprensa-e-a-corrupcao-no-brasil-na-visao-do-guardian

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