O MINISTRO MARCO AURÉLIO DE MELO, NO RODAVIVA (quase tudo)

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QUASE SEM NAVEGAR…:

65 mil vistas, bahiaVISITAS, 65 MIL

MUITO ALÉM DO JARDIM

JARBAS VASCONCELOS, FOTO EMANCHETE, folha, 26out15JARBAS VASCONCELOS, folha, 26out15

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/10/1698491-dilma-esta-desacreditada-e-vive-no-mundo-da-lua-diz-jarbas-vasconcelos.shtml

 ………O MINISTRO MARCO AURÉLIO DE MELO, NO RODAVIVA (quase tudo)

PERGUNTA: … O Sr. sugeriu uma fórmula “não traumática”, para que marco aurélio melo, rodaviva, PANORÂMICAo Brasil saia da crise que enfrenta: renúncia da presidente Dilma Roussef, do vice-presidente Michel Temer e de Eduardo Cunha…

MINISTRO: é interessante a repercussão dessa fala (… ) Nós vivenciamos uma crise política que revela um impasse (…) institucional. E vivenciamos essa crise em um momento em que outra crise preocupa muito mais povo brasileiro (…) Porque que retira da mesa do trabalhador (…) o próprio sustento. O desemprego está num nível incrível e está crescendo (…) É a crise econômico-financeira a exigir a tomada de medidas. E essa tomada de medidas fica inviabilizada, perante o esgarçamento institucional, ante o fato de não ter a chefia do poder executivo nacional como apresentar medidas e ver essas medidas ser discutidas, como convém, pelo congresso… Isso é muito ruim. Nós precisamos encontrar uma saída para o estágio atual de coisas… Eu veiculei essa ideia que pode parecer utópica …

P: Ministro, o Sr. classificou essa medida como “não-traumática”… Imagino que a ideia de impeachment seja “traumática” (…) apesar da experiência não-traumática de 1992…

MINISTRO : … Sem dúvida alguma… Apear o presidente damarco aurélio melo, rodaviva, PANORÂMICA república … da principal cadeira do país é realmentealgo que, realmente, implica um verdadeiro retrocesso. Por isso que eu (…) claro que eu sei que nós não vivemos no parlamentarismo, vivemos no presidencialismo… Se fosse no parlamentarismo, o governo já teria caído… Agora, que sabe (…) se chegamos a essa preocupação com aqueles que ocupam essas cadeiras … preocupação com os interesses maiores da nacionalidade…

P: O Sr. considera que, em 1992, o impeachement do (…) Fernando Collor foi traumático, então…

collor, lulaMINISTRO: Sim, eu considero que não foi, assim, um avanço em termos institucionais para o país…

P: …Quem assumiria o poder, então, o senador Renan Calheiros? … Ele também está envolvido nas mesmas investigações…

MINISTRO: (…) Ele poderia estar no rol daqueles que poderiam renunciar (…) ele ainda não inquérito (…) a denúncia ofertada no STF, mas se houvesse essa tríplice renúncia, que é um ato de vontade de cada qual (…) nós teríamos a eleição de um novo presidente da câmara dos deputados (…) e ele assumiria a cadeira maior do país e convocaria eleições diretas, porque ainda estamos na primeira metade do mandato da atual presidente, eleições diretas … em 90 dias…

P:… O senhor considera melhor a realização de novas eleições, então…

MINISTRO: Sim, porque não podemos conviver mais com esseEduardo Cunha e Dilma, o beijo da morte impasse, essa falta total de entendimento entre o executivo e o legislativo…

P: (…) Quando o Sr. diz que falta habilidade ao governo pra sair da crise institucional, especificamente em relação ao executivo… Qual é o motivo … Por que o governo não consegue sair desse impasse… Incompetência…?

MINISTRO: Eu não atribuo … a culpa à presidência da República… O que eu vejo é que se prioriza interesses momentâneos (…), interesses paroquiais, em detrimento dos interesses maiores do povo brasileiro…

P: Ministro (…) a gente tem no legislativo e no executivo uma série de personagens envolvidos na Operação Lava-Jato e outras investigações (…) A gente passa por uma crise institucional …? Se houvesse uma tríplice renúncia, quem sobraria que não está com a sua reputação em cheque, para assumir o comando da nação ….?

MINISTRO: O que nós precisamos é sair do estágio atual. Nós temos um descompasso flagrante entre os poderes… Não se consegue marco aurélio melo, rodaviva, 7, charge, Sartre, nelson rodrguessuplantar esse descompasso, e as medidas que a crise econômico-financeira exige, elas não são tomadas. Isso é muito ruim porque a economia vai afundando a cada dia… Desemprego (…)

P: (…) Nessa hipótese da tríplice renúncia… teríamos um abrandamento dessa situação …?

MINISTRO: Haveria uma esperança maior… E suplantaríamos (…) o impasse

P: … Nesta quarta-feira (…), eu vi anunciado nos três grandes jornais do Brasil que havia um acordo entre a presidente da República e o presidente da Câmara dos deputados para um proteger a impunidade do outro. Eu tenho 64 anos (…), sou repórter político desde os 17 … vi a renúncia do Collor , conheci de perto o Jânio … Mas nunca vi nada parecido… A discussão política no marco aurélio melo, rodaviva, josé Nêumane, acordoBrasil (…) não se trata de um convento de alguma coisa dentro de um convento de Carmelitas descalças… Mas nunca chegou a esse nível, pelo menos que eu me lembre (…) Nós sempre negociamos ali num mercado de …, depois passamos para um brechó de quinta, e, agora, estamos negociando o país numa marco aurélio melo, rodaviva, 16, charge dilma, jâniobanca de camelôs (…) um prostíbulo. A imagem é grosseira e eu espero, com isso, não estar ofendendo as prostitutas… Mas, me deu a sensação de que só o Sartre seria capaz de definir um título de um romance (…) Náusea… Falta no Brasil uma consciência da nojeira que é isso. Como o Sr. interpreta isso? (…) Do alto de um poder, o que é que o Sr. se propõe a fazer para evitar que esse impasse leve a atravessarmos a rua irmos sujar o prostíbulo?

marco aurélio melo, rodaviva, 17, charge, moralidade, capistranoMINISTRO: (…) Esse acordo estampado no noticiário, para mim é impensável. Implica o abandono de regras básicas em uma república e no estado democrático de direito. Seria um acordo apenas para se acobertar possível desvio de conduta ou possíveis desvios de condutas, já que nós temos várias condutas e vários envolvidos. Agora, eu creio que as instituições estão funcionando, e que continuem a funcionar. Refiro-me à Polícia, ao Ministério Público e à magistratura. Que cada qual faça a sua parte, cumpra o seu dever.

P: O que mais me enoja é que isso é um pacto de bandidos… Nenhum deles pode cumprir. A Dilma não manda no Juiz Sérgio Moro, não manda na Polícia Federal, não manda no Ministério Público Federal e não manda no Supremo, então ela não pode aliviar a barra de Eduardo Cunha. E Eduardo Cunha não manda na Câmara, não tem mais os votos que teve sequer para a presidênte. Então, eles fizeram um acordo de mentira, o que torna isso ainda mais nojento.

MINISTRO: E haverá aceitação? A aceitação daqueles que ocupam cargos e que merecem, até aqui, a confiança dos brasileiros? Penso que não. Agora, claro que eu não admito que possa ter havido RELATÓRIO DA AUDITORIAessa tentativa de acordo; “ME SALVA QUE EU TE SALvO”. Salvar de quê? Da consecução possível criminal? Da perda de um mandato? (…) O caminho não é esse. O CAMINHO É DEMONSTRANDO QUE NÃO HOUVE O DESVIO DE CONDUTA. E que se buscou, sempre e sempre, honrar o cargo!

P: Sibá Machado (…), líder do PT (…) na câmara, conformou que participou (…) disse que se reuniu com Lula e que o Lula pediu para aliviar a barra de Eduardo Cunha (…)

marco aurélio melo, rodaviva, 20, charge DESVIO DE CONCUTAMINISTRO: …  A que ponto nós chegamos, se realmente houve essa tentativa de acordo. Agora que ele não prevaleça (…) se é que queremos uma correção de rumo e um Brasil melhor.

gato bobãoP: … A gravidade da crise aponta para uma judicializaçao cada vez maior da política. A gente tem dois exemplos recentes: o da presidente Dilma Roussef, na pessoa do Advogado geral da União foi ao Supremo para tentar barrar o julgamento das contas do exercício 2014, no TCU, que foi uma grande derrota política para ela (…) Mas, recentemente, o STF, em (…) três decisões de ministros diferentes, fez uma intervenção no rito que havia sido traçado pelo presidente Eduardo Cunha, para o impeachment. O Sr. foi um dos primeiros ministros a, publicamente, defender a posição dos seus colegas (…), nas liminares que colocaram freio nas articulações para o impeachment (…) O Sr. acha que o STF vai ter de exercer um papel moderador, nessa crise?

MINISTRO: Em primeiro lugar, o Supremo não atua dando uma no cravo e outra na ferradura (…) O Supremo é, acima de tudo, guarda da constituição. Às vezes, ele tem de se pronunciar de forma contra-majoritária, contrariando certos interesses. Mas, o fará sempre. Para isso a cadeira do ocupante é uma cadeira vitalícia. No primeiro caso, houve aplausos, no que se deu sequência ao trabalho desenvolvido pelo TCU. No segundo caso, eu conheço as liminares formatadas pelos dois colegas… E veio a crítica. Por quê?. Porque se atendeu a um certo seguimento, porque não foi um pronunciamento apaixonado sob o ângulo político? Essa visão (…) é equivocada.

P: … Existe uma crise institucional?

MINISTRO: A crise institucional existe presos políticos, mensalãoem termos, sem o envolvimento do judiciário, até aqui… Crise entre os outros poderes, e no âmbito nacional, o que não ocorre, por exemplo, a um estado da federação que está quebrado… O Rio Grande do Sul (…) Está havendo um consenso (no RS) dos poderes, buscando o presos políticos, mensalão, IIsaneamento do Estado. Nós devbunda, horário políticoeríamos ter

isso

no campo nacional, mas não temos, infelizmente. Enquanto isso, a crise vai se aprofundando, a crise econômico-fianceira, com prejuízos incríveis, para os cidadãos em geral.

P: … O jurista Hélio Bicudo, aqui no Rodaviva (veja JANAÍNA PASCHOAL E HÉLIO BICUDO:O SHOW), disse que, na opinião dele, o Supremo não tem isenção suficiente para tratar desse assunto impeachment) porque a maioria dos ministros foi indicada em governos petistas. Como o Sr. vê essa declaração?

MINISTRO: Eu vejo uma declaração mediante uma ótica totalmente equivocada. Não se agradece com a capa. O momento de agradecer-se a indicação antecede a assunção da cadeira. E (…) marco aurélio melo, rodaviva, perfil com jornalistasa cadeira é vitalícia para atuar-se compreendendo que a missão é sublime que é de fazer efetiva a lei das leis da república, que é a constituição federal. Não podemos partir para o lançamento no cenário de algo que vai ser lido pelos leigos… e de forma equivocada, imaginando-se que temos pessoas no supremo atrelada a esse ou aquele governo. O Supremo não está jungido a uma política governamental. Está jungido a uma política institucional de tornar prevalecente sempre, sempre a … a Carta da República …

P: Nos seus 25 anos de Supremo, ministro, o Sr. nunca viu m ministro que parecesse está devotando uma fidelidade excessiva ao presidente que o indicou?

MINISLevandowski sai1TRO: Não, nunca vi e não seria capaz de colocar qualquer dos colegas no divã.

BANCADA: … Eu gostaria de reforçar o que o ministro disse (…) Carlos Ayres Brito, que presidiu o julgamento do Mensalão, era um militante do PT, foi candidato a deputado (veja A POESIA E A TOGA, “JULGAR É SENTIR”, AMORAL DA HISTÓRIA, O DILEMA DE TEREZA CRISTINA…)…; Joaquim Barbosa, petista declarado até hoje, adversário do impeachment de Dilma, também foi execrado até a ponto de ser ameaçado de morte…

MINISTRO: Quer dizer, o passado recente revela justamente o contrário do que disse o jurista Hélio Bicudo…

P: Ministro, a sua proposta a mim parece muito sensata… Por que o Sr. marco aurélio melo, rodaviva, charge, renúncia já...mesmo a qualifica de utópica?

MINISTRO: Por que eu não acredito no idealismo dos que hoje ocupam as cadeiras do executivo (…) e do legislativo… Teríamos, no caso, de ter, aí, verdadeiros estadistas (… ) para pensarem com grandeza (…) não no interesse pessoal ou partidário, que é um interesse momentâneo…

P: … A lava-jato tá no Supremo (…) O Supremo vai virar, cada vez mais, o foco (…) Como o Sr. acha que a corte vai reagir a essa pressão pública (…)

MINISTRO: … Eu julgo os colegas, por mim. Eu não me sinto, de forma alguma, pressionado. Quando eu adoto uma postura que se harmoniza com os asseios populares…

fora collor, Veja 19ago15

… eu tenho os aplausos gerais. Quando eu adoto uma postura contrária, evidentemente, eu sou criticado. Mas, às vezes, o Supremo tem atuar de forma contra-majoritária, porque o compromisso maior dele, como está na própria constituição federal, é com a guarda das regras básicas da república. Não há pressão. Eu não posso compreender que alguém que tenha chegado a uma cadeira como é a cadeira do Supremo, se sinta pressionado pela imprensa ou pelos populares em geral. Ele deve atuar a partir da ciência e consciência possuídas; com desassombro e nada mais.

P: (…) o Supremo não está, pela circunstância, pressionado a lidar com isso?

MINISTRO: Não vislumbro qualquer pressão quanto ao Supremo, como órgão, como colegiado (…) Nós tivemos um deslocamento dos processos-crime quanto aqueles que detêm a prerrogativa de serem julgados pelo Supremo, para as turmas. Isso veio a confirmar que não subsistem os embargos infrigentes (veja A RODAVIVA DOS INFRIGENTES, FOI UMA PENA, MINISTRO!…), que, julgados, levaram o colegiado com uma composição diversa, a afastar, por exemplo, no caso do mensalão, o crime de quadrilha. Porque, se houver, na turma, quatro votos favoráveis à defesa… Se são cinco os integrantes, há a absolvição. Agora, enquanto ele for presidente damarco aurélio melo, rodaviva, 13, charge, eduado cunha câmara, ele será julgado pelo plenário. Deixando a presidência da Câmara e mantendo o mandato (…), será julgado pela 2ª turma. E se for afastado da cadeira de deputado, será julgado na pedreira marco aurélio melo, rodaviva, charge, renan vai juntoda magistratura, que é a primeira instância.

P: … onde todos deveriam ser julgados …, ministro?

MINISTRO: … AQUELES QUE COMETERAM DESVIO DE CONDUTA QUE PAGUEM (…) A lei vale para todos, indistintamente.

P: Ministro, o Sr. pronunciou em maio de 2006, um discurso que, sem favor nenhum, é um dos mias soberbos que já ouvimos no Brasil (…) Magnífico! O Sr. releu esse discurso em (…) 2012 (…) O Sr. pronunciou o voto no julgamento do mensalão. Vou me permitir ler aqui (…) O Sr. disse:

“…perplexos, percebemos, na simples comparação entre o discurso oficial e as notícias jornalísticas, que o Brasil se tornou o país do faz de conta. Faz de conta que não se produziu o maior dos escândalos nacionais; que os culpados nada sabiam, que lhes daria uma carta de alforria prévia para continuarem agindo, comomensalão, josé e. cardoso, amarelas, veja, 16fev08 I se nada de mal houvessem feito; faz de conta que não foram usadas as mais descaradas falcatruas, para desviar milhões de reais [isso era na época dos milhões, viu leitor? Ainda não se sabia do petrolão], num prejuízo irreversível num país de tantos miseráveis; faz de conta que tais tipos de abusos não continuam se reproduzindo a plena luz, num desafio cínico à supremacia da lei, cuja observância é tão necessária em momentos conturbados…

LADRÃO NÃO OFICIAL

http://www.revoltabrasil.com.br/corrupcao-2/7563-7563.html

lula, orgulho PT 2

http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2015/09/01/precisamos-voltar-a-ter-orgulho-da-camisa-vermelha-diz-lula.htm

http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2015/02/em-festa-do-pt-dilma-defende-medidas-de-ajuste-fiscal-do-governo.html

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/lula-pede-que-todo-mundo-que-nao-roubou-chame-petistas-de-ladroes/

Eu pergunto: para se aplicar ao quadro atual (…) ao meu ver, é só trocar “milhões” por BILHÕES, o Sr. concorda?

MINISTRO: Concordo! E digo que estava equivocado (…), quando eu apontei o escândalo do mensalão como o maior escândalo do Brasil. Hoje, perante a Lava-jato, aquela ação (AP 470) que as 05 causas 2foi julgada sob a relatoria do ministro Joaquim Barbosa, indicado para o Supremo por um governo do PT, poderia ser julgado por juizado de pequenas causas…

P: Ministro, o impeachment é (…) um processo político, mas é, também, jurídico (…) Hoje, dada a situação que se tem, nesse momento, o Sr. vê fundamento jurídico para o impeachment…?

MINISTRO: É muito cedo para se avaliar (…) E, de qualquer forma, a palavra estará com a Câmara dos deputados, o colegiado e não o presidente (…) a acusação. Nós não podemos atuar com atropelo (…) Agora, reafirmo: a última trincheira da cidadania, inclusive para se reclamar inexistência de fatos jurídicos suficientes a dar margem ao impeachement é o Supremo Tribunal federal.

P: Ministro, aproveitando a lucidez e a sensatez dessas suas palavras (…) quero discrepar… Não houve trauma no impeachment de Collor. Houve um grande alívio (…) Itamar franco, que era um sujeito medíocre (…) Foi feito o Plano real, a maior revolução social já feita no Brasil (…) Não podemos, agora, falar em “trauma” (…) Estamos todos, aqui, tentando salvar um pedacinho daquilo que o impeachment de Collor produziu (…)

MINISTRO: … Mas o Plano real resultou de várias experiências (…) O mau maior, no Brasil, era a inflação, que era a galope (…)

P: … Eu quero ouvir o seu argumento (…) de que o impeachment é “traumático”…

MINISTRO: O impeachment é sempre algo complicado, que temmarco aurélio melo, rodaviva, 15, charge, fora impeachement implicações (…) Não é o caminho desejável. E … se tivéssemos idealistas ocupando, hoje, as cadeiras que estão sendo discutidas, talvez nós chegássemos a uma renúncia, que seria, na minha ótica, menos traumática do que impeachment …

P: Ministro (…), durante o julgamento do mensalão, o Brasil pôde ver, de perto, muitos embates (…),alguns deles muito acalorados (…), o petrolão (…), a corte (…), como é que o Sr. espera…

MINISTRO: (…) Divergências no colegiado … esse colegiado, primeiro, é um somatório de forças distintas. Nós nos completamos mutuamente. E ali ninguém convence quem quer que seja, no grito (…) A divergência começa no lar (…) eu sou flamenguista e a minha mulher é fluminense…

P: Ministro (…) eu queria falar do Juiz Sérgio Moro. Ele tem sido considerado um ídolo pela população, tem sofrido críticas severas por parte da advocacia e tem feito com que a magistratura federal (…) se juiz Morosinta valorizada como nunca. Como é que o Sr. avalia o trabalho dele (…)

MINISTRO: … Mil vezes o Juiz que cometa, por ato comissivos e não omissivos, pecadilhos, por que o sistema recursal permite … correção de rumos. O Juiz Sérgio Moro vem atuando … de forma profícua (…) Mas, ele não é o único capaz de fazê-lo no Brasil. Existem muitos outros, principalmente (…) na Justiça Federal.

P: Tem sido bom o desempenho dele? Como é que o Sr. avalia?

MINISTRO: Tem sido… seguro, firme … fazendo com que aqueles que claudicaram paguem pelo que fizeram

P: … O Sr. teme … santificarem o Juiz Moro…

MINISTRO: Espero que ele tenha os pés no chão. Que o sucesso não suba à cabeça.

P:… Ele quase canonizado porque os brasileiros passaram a tratar a honestidade, que, antes, era um pré-requisito para quem quisesse ascender na vida pública, passaram a tratar como um programa de governo. Isso nãomostra que o Brasil está moralmente doente, Ministro?

MINISTRO: Nós estamos carentes de… pessoas que se compenetrem de que devem atuar vxÔ corrupção , capanha PT 2002isando ao melhor para a coletividade (…) Moralidade O que nós precisamos no Brasil é de um banho de ética. Nós precisamos de cidadãos em geral que sejam éticos… Nós precisamos de homens ocupando cargos públicos para servir. E não para se servirem dos cargos…

P: …o resgate da constituição de de Capistrano de Abreu, ministro?

MINISTRO: Pois, é…

P: … “…TODO BRASILEIRO É OBRIGADO A TER VERGONHA NA CARA, e revoguem-se todas as disposições em contrário…” Tá faltando isso…

MINISTRO: E parece que se insiste muito … no país do faz de conta…

P: …O Sr. disse que mede os seus colegas pela sua régua. O ministro EDITORIAL, veja 08 jul 15, PROPRIEDADE PRIVADA DO PARTIDO 1Dias Tóffoli …integra o Supremo… TSE…, enviou uma consulta à presidente Dilma Roussef e o seu vice, Michel Temmer … O que eles achariam da indicação do ministro Gilmar Mendes, também do Supremo, também do TRE, para a relatoria da investigação das contas da campanha … 2014… Essa consulta é praxe… O Sr. concorda que as partes devam ser consultadas…?

MINISTRO: Se for verdade, eu não posso acreditar nisso de forma alguma, revela o estágio a que nós chegamos…

P:.. Eu não vi contestação…

MINISTRO: … A distribuição do processo… Aquele que se sinta prejudicado que entre a exceção de impedimento, com a exceção de suspeição… O presidente de um tribunal não consulta parte para saber se deve ou não designar certo juiz relator do caso da parte…

P: É lícito ir à cidade do Porto, secretamente, se encontrar com a parte?

MINISTRO: …Eu… testemunho… eu estava em Coinbra, num seminário de verão… quando houve esse deslocamento…O que se apontou é que ele estava indo a esse encontro para discutir veto e as consequências do veto quanto … à majoração da remuneração dos servidores. Não me consta que ele tenha tratado de outro assunto…

P: Mas, por que isso não é público? Por que não entra na agenda?… Por que que nós somente sabemos depois queDILMA, LULA, 10 ANOS descobrimos que eles se encontraram escondidos

MINISTRO: Eu tive a oportunidade de dizer e vou reafirmar com desassombro que eu, presidente do tribunal, não iria ao encontro, mas cada qual tem o seu estilo.

P: Ministro… Se o ministro Tóffoli … mandou essa consulta, isso significa que ele cometeu um desvio de conduta?

MINISTRO: … Eu não posso acreditar nisso!… O presidente não tem de consultar,muito menos parte…

P: Eu não vi contestação…

MINISTRO: Eu não posso acreditar… Eu tive vontade de ligar para o ministro Gilmar Mendes e indagar se, realmente, estaria ocorrendo aquela extravagância, mas eu … firmei convencimento de que não ocorreu o que está estampado hoje, nos jornais, eu não telefonei…

P:… O Sr. ligou para o ministro Tófoli, ele negou…?

MINISTRO: … Não, eu nem ligaria…

P: Não houve contestação…

MINISTRO: Aí… Se levarmos em conta a máxima de… quem cala consente

P: Qual seria o procedimento para se apurar isso?

MINISTRO: Ele próprio desautorizar o que foi veiculado…Não édias tóffoli possível que tenha ocorrido esse fato… É um fato totalmente fora do procedimento normal de um presidente de tribunal…

P: …Pode ter alguma consequência para a causa em questão, uma atitude dessa?

MINISTRO: Dependendo do convencimento dos integrantes do colegiado, sim… Precisamos aguardar. E vamos quem será designado para relatar esse processo…

P: … Ministro … estamos falando do comportamento de membros da suprema corte, eu queria lhe perguntar sobre aquela ação em que o ministro GIlmar Mendes ficou quase uma não e meio com ela, sobre financiamento de empresas … financiamento eleitoral… É razoável alguém pedir vistas e ficar um ano e meio com uma causa que já estava decidida no plenário?

MINISTRO: Esse caso me levou a fazer algo que eu jamais fiz em mais de trinata anos de ofício como juiz. Eu antecipei o meu voto quando ele pediu vista, mesmo porque eu era o presidente do TSE, avizinhavam-se as eleições … Agora, eu vou repetir o que falo normalmente… Não há crítica ao meu colega Gilmar Mendes, mas, um pedido de vista não pode ser um perdido de vista ...

P: Ministro … duas pessoas, no Brasil, disseram que Dilma teria grandeza para renunciar: Fernando Henrique e o Senhor… De onde o Sr. tirou isso… Se há UMA PESSOA QUE NÃO TEM GRANDEZA É PRESIDENTE REPÚBLICA… ELA MENTIU QUANDO DISSE QUE TINHA UM DOUTORADO NA UNICAMP, E ELA NEM MESTRADO TINHA… MENTIUDilma nua QUANDO DISSE QUE DEFENDEU A DEMOCRACIA, contra a ditadura, quando pegou em arma… Isso já foi desmentido, mas, até hoje, ela mantém a palavra. Agora, está mentindo … que existe um golpe contra ela, quando não existe nenhuma perspectiva de golpe. Existe a perspectiva de um processo democrático de impeachment… até pelos gigantescos erros que ela cometeu… De onde… o Sr. tirou a ideia de que essa senhora teria grandeza suficiente para renunciar?

MINISTRO:.. Procedimento que eu próprio adotaria. Agora, com 69 anos, eu nãoacredito em Papai Noel. Eu disse que ideia … ressoaria um tanto quanto utópica. Agora, vamos ver a que levará o impasse atual… E nós vamos presumir que, de uma hora para outra, os dirigentes partam para … resolver a crise econômica…

P: … se entender, eles já se entenderam, né, ministro? …Eduardo lula, um voto para mudar o brasilCunha tem dois ministros no governo Dilma. Dois… (…) Tem um ministro … pau mandado… que foi usado por ele para ameaçar uma testemunha… E todo mundo acha que Eduardo cunha tá brigando com a Dilma

MINISTRO:.. nós precisamos guarda princípios, parâmetros, valores… E isso confesso que não vem ocorrendo. Mas, que cada qual faça a sua parte, se é que queremos alcançar o Brasil sonhado.

P: Ministro, … dado que o presidente Eduardo cunha não dá mostra de que pretende renunciar …, o Sr. teme o acirramento entre o legislativo e o judiciário?

MINISTRO: O Supremo tem, pela nossa ordem jurídica, a última palavra sobre as situações apresentadas… Se é que nós continuamos a viver em estado democrático de direito, uma decisão do Supremo será cumprida, sem que se precise recorrer às armas.

P: …Tudo no chamado petrolão é superlativo… Um número enorme de autoridades, de empreiteiros, de intermediários… está envolvido…

MINISTRO: …paga-se um preço pro se viver no estado de direito…: O respeito ao figurino legal… Não é uma primazia do Juiz Moro, mas, atualmente, primeiro se prende para depois apurar… Não se avança culturalmente, assim… Alguma coisa aí está errada… Confesso que, nesse caso concreto, eu não poderia imaginar tantas prisões provisórias e tantas delações premiadas…

P:… As prisões não se amparam nas investigações da Polícia 247, polícai federal prende na BahiaFederal…? Não bastam essas investigações…?

MINISTRO: Não bastam… O CPP prevê que a prisão preventiva … deveria ser a exceção… é praticamente a regra. Se dá a esperança vã á   sociedade porque o judiciário prende e posteriormente outro órgão do judiciário solta… A prisão preventiva tem pressupostos… previstos… no artigo 312 do CPP. Agora, inverte-se a ordem penal … Isso não é bom… Eu devo lembrar… frase de machado de Assis: “o chicote muda de mão”…

P: A que o Sr. atribui esse número excessivo de delações premiadas e prisões…?

MINISTRO: Dá-se uma ênfase muito grande ao anseio popular. Mas, a população, considerados os … desvios de conduta… ela quer vísceras, ela quer sangue. E o judiciário não pode atender esse tipo de desejo da população.

P: … Existe um projeto no Senado … apoiado pelo Juiz Sérgio Moro, que antecipa a execução de pena. Uma sentença dada em 1ª instância e confirmada em 2ª estância já seria o suficiente para começar-se a ser cumprida, em vez de esperar todo… Esses recurso que … levam 25 anos… O Sr. é a favor dessa antecipação da execução de pena?

MINISTRO: com mudança na Constituição federal, sim. Mas tem de haver essa mudança. Se assim decidirem nossos representantes… Nãocabe forçar a mão… O Supremo, por exemplo, hoje, está inviabilizado. Eu recebo em meu gabinete, e eu sou um juiz que pega no pesado … eu não sou locutor de assessor, eu recebo … por semana… 100, 150 processos novos… isso não ocorre em país algum … A corte americana … julga, por ano, cerca de 90 processos…!

P: Ministro … o efeito pedagógico… A prisão de grandes empreiteiros … a sensação de fim de impunidade … nem nesse sentido as prisões preventivas tem resultado?

CADEIA NELES, Veja 21nov12MINISTRO: … nada justifica o atropelo, nada justifica o desprezo às normas estabelecidas. A segurança jurídica está na observância das normas estabelecidas…

P: Ministro … O que fazer para evitar que uma pessoa que tenha sido beneficiária de corrupção …? Se ela nãofor presa, qual o instrumento que o estado tem para coagi-la, para que ela não continue perpetrando esses crimes… A exceção se tornou regra por conta da situação de corrupção endêmica que a gente tá vivendo…

MINISTRO: Há medidas previstas na legislação, objetivando o bloqueio de verbas… Que se implemente essas medidas. Agora, se o investigado tenta embaralhar a investigação… O que eu não concebo é a generalização das prisões preventivas… E muito menos, por exemplo, fecharem-se os olhos, como ocorreu semana passada … na turma… um cidadão comum, que não era acusado na Lava-jato, que já tava preso provisoriamente, pasme-se, há quatro anos e cinco meses…

marco aurélio melo, rodaviva, 18, CHARGE acesso ao supremoP…Quem tem dinheiro para contratar advogados pode usar o sistema corretamente… Quem não tem fica sujeito à morosidade?

MINISTRO: Por isso que a constituição … prevê a assistência jurídica e judiciária gratuita … pela defensoria pública. MAS, NÃO INTERESSA AO GOVERNO … PORQUE NÃO DÁ VOTOS, ESTRUTURAR, COMO CONVÉM, A DEFENSORIA PÚBLIA. É uma deficiência do sistema.

P: Ministro … no Brasii … só chega ao Supremo quem tem muito dinheiro… pra pagar um advogado que… conhece o caminho da roça… O Zé Mané da favela não chega ao supremo… São garantias pro branco rico…

MINISTRO: … Não há o acesso justamente porque o estado não aparelha, com a exceção, talvez, de Rio e S. Paulo, a Defensoria Pública, COMO DEVERIAM APARELHAR

P: Ministro, … os desembarcadores de Tribunal Federal…

MINISTRO: …Perdoe-me, eu creio que não “Desembargador” em Tribunal Federal… Esse título, pela CF e pela Loman, é dos integrantes dos Tribunais de Justiça… Eles se autoconcederam , numa vaidade incompreensível … O advogado não pode chamá-los de juiz, mas eu posso … Eles se autoconcederam o pomposo título de desembargador…

P… Ao julgar alguns recursos da Lava-jato, eles dizem que o justiça olhoBrasil precisa de um novo standard mais punitivo de processo penal, justamente para combater a impunidade… O que o Sr. acha dessa revolução que está vindo da Justiça Federa do Paraná e 4ª região?

MINISTRO: … O sistema tem deficiências… Não é possível que uma pessoa passa do regime fechado para o semi-aberto …, tendo cumprido, apenas, um 1/6 da pena… Isso… precisa ser revisto…

P: Ministro … A Presidente Dilma RoussefDILMA, DELAÇÃO PREMIADA … diz que não respeita os delatores premiados… O que o Sr. acha …?

MINISTRO: Um arroubo de retórica, porque é o instituto que está previsto na legislação… o instituto do colaborador judiciário… Geralmente o delator delata para não ter uma condenação muito pesada contra ele … Eu … nunca vi, em um caso concreto, tantas delações…

P: O que aconteceu com Marcos Valério não teria estimulado…

MINISTRO: … Foi emblemático e sinalizou a que ponto se pode chegar… Na ação AP470… Não entra na minha que cabeça que, por ter praticado o crime de colarinho branco, se chegue a uma apenação superior à apenação … do latrocínio, o roubo seguido de morte, ou seja 40 anos de idade. Mas o Supremo refutou… Talvez … essa acumulação… tenha servido para se chegar a tantas delações…

MINISTRO:

P: … o efeito Papuda

MINISTRO: … Sim, sim…

P: Ministro…, no fundo, a impunidade brasileira não é dos ricos e poderosos, APENAS?

MINISTRO: Não, porque aquele que decide … a imputação formalizada pelo Ministério Público há de fazê-lo pouco importando a capa do processo, considerado apenas o conteúdo… Esse é o meu raciocínio. Pode não ser o raciocínio de outros integrantes da magistratura…

P: … o Sr. tem receio das delações premiadas?marco aurélio melo, rodaviva, 19, charge DELAÇÃO PREMIADA

MINISTRO: … Não … O caso Marcos Valério serviu a conduzir esses acusados à colaboração que nós estamos notando… A colaboração é bem vinda porque os fatos afloram. E os fatos aflorando, as instituições atuam… E aqueles que cometeram desvios de conduta são apenados.

P: O Sr. receia de que haja alguma irregularidade na colheita dessas delações?

MINISTRO: Não, o que eu vejo … o que se ressoa é que, às vezes, se prende para fragilizar o homem e lograr-se as delações. Isso é muito ruim, se estiver acontecendo, coisa que a testemunha não acredita

P: … falou-se em vaidade …  O Sr. é a favor da transmissão ao vivo de julgamentos como o do Mensalão ao vivo, pela TV?

MINISTRO: Há um princípio básico da Administração Pública … que é a eficiência. Como é que nós chegamos à eficiência? MEDIANTE A marco aurélio melo, rodaviva , branco e acesoTRANSPARÊNCIA, AO ACOMPANHAMENTO, GRAÇAS À IMPRENSA LIVRE, DO GRANDE PÚBLICO, do dia-a-dia do Judiciário. Agora, quem chega a uma cadeira do Supremo não busca fazer o próprio perfil. Busca servir à pátria …Ocupa uma cadeira … vitalícia… que não pode ensejar outros sonhos à pessoa.

P: …A prerrogativa de foro…

MINISTRO:  … A prerrogativa de foro, ao invés de ser diminuída com a democratização do país, ela foi elastecida pela Constituição Federal de 1988… É um contracenso… Nós não julgamos o cargo. Nós julgamos aqueles que ocupam o cargo. E deve ser julgado como cidadão comum

P: ministro … Lula é um cara protegido por um teflon… É um santo, é um deus, a população adora… Isso influi na impunidade … que o Lula tem gozado no Brasil?

MINISTRO: Aqueles [ou há aquelelula, mars] que são … gostam muito ou são apaixonados por mariscos… (risos)

P: Ministro … o Ministro Lewandovski recentemente escreveu um artigo falando … que o juiz só deve falar nos autos … dever de recato… talvez dando um recado pro Juíz Sérgio Moro…

MINISTRO: … No lugar dele, eu talvez falasse muito mais do que ele fala… No lugar de Moro … Ele é até uma pessoa retraída…Nós somos interlocutores… Interlocutores que têm uma certa bagagem. E devemos informar [ou formar] à população … Uma coisa é eu antecipar o meu ponto de vista, sobre um conflito de interesse que irei julgar. Algo diverso é eu me pronunciar, como estou me pronunciando aqui, de uma forma desassombrada, sobre os problemas da nação, algo que interessa não só a mim, como aos meus netos

P: O que o Sr. que motivou o Ministro Lewandovski a escrever um artigo desse, dando um pito no colega?

MINISTRO: … Eu teria de colocá-lo num divã pra saber o recado que ele quis dar… (risos)

P: … O juiz que senta na cadeira do Supremo não deve pensar em alçar outros voos… O Sr. falou isso. Foi uma referência às especulações de que Joaquim Barbosa poderia se filiar a um partido político e disputar às eleições…?

P: … o papel de Nelson Jobim…

MINISTRO:… Nelson Jobim é um político nato. Agora, eu não joaquim barbosa do brasilcompreendo que alguém vire as costas a uma cadeira como essas… Eu poderia ter me aposentado com 52 anos, estou com 69 e não me vejo saindo, a não ser com um cartão vermelho, “vai pra casa”… O Ministro ministro BarbosaJoaquim Barbosa apenas revelou que não era vocacionado par ao cargo que veio a ocupar, cumprindo um papel muito relevante, que foi o papel de relator da … Mensalão.

(…)

P:… Ministro … Nos seus 25 anos na corte, qual foi a decisão mais desastrada que supremo adotou, na sua opinião?

MINISTRO: … Eu poderia dizer, se fosse vaidoso, que todas aquelas decisões tomadas por maioria dos votos, ficando vencido o ministro Marco Aurélio, foram decisões desastradas… (risos)…

P: … Sobre Nelson Jobim… É legítimo o que Nelson Jobim tá fazendo, tendo sido presidente do Supremo, se apresentar como advogado e negociador de réus…? …Eu tô falando da articulação política com o marco aurélio melo, rodaviva, 16, charge inversão de valoresLula, do que ele tá fazendo agora..

MINISTRO: … Talvez ele não devesse ter chegado ao Supremo… Devesse ter continuado na política…

na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=bqSlwvAXF3E

veja, também: NO TEMPO DO “PIG” (“PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA”), UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL (“VEJA MENTE”), UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL (VEJA MENTE II), EM DEFESA DE JOSÉ DIRCEU!, SEM MEDO DE SER FELIZ, “A MAIS BIZARRA REPORTAGEM DA HISTÓRIA”, TRÊS PÉROLAS, HONESTIDADES CRETINAS, CONTRA UM MUNDO MELHOR, DAS FLORES E DOS FRUTOS, A JUSTIÇA DEPOIS DO MENSALÃO- MINISTRA ELIANA CALMON, VOZES DO DESERTO, ELE É SOCIALISTA?, SUAS EXCIAS: O FATO, A LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, O STJ, O STF, VARGAS LHOSA E O SINDJUFE-BA

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