SEM MEDO DE SER FELIZ

09/08. PÓS-MODERNO ll

Parabéns, Larissa e Juliana. Que virada!

Tô sem cara, galera, mas, de novo, vou dar mais uma enrolada: depois do arraso Brasil x Argentina (vôlei masculino) e da novela, veio o Brasil x China, na areia (feminino)…Tinha de torcer pelo bronze (ado), né? Até pelo da China! É que, de longe, acho esse o esporte mais saudável do mundo.  E gracioso, né? Eu gosto de ver aqueles biquinizinhos dando os seus pulos… E a Coréia (do Sul), em? Como educação e dinheiro limpo fazem bem a um país…! Já o Brasil, coitado… Cheio de gente, terra, riqueza, Bric e… atrás até da do Norte!

Bem, rolou um certo “pós-modernismo” por aqui, não foi (06ago)? Ih, isso é velho? A Paris pós 1ª guerra também foi uma festa (aguarde o MULTIUSO16), não foi? Sempre foi assim: depois da tempestade, a bonança… Eu mais ou menos vivi uma após a Anistia (1979, na prática, o fim do regime militar). Tudo em torno da Ufba, realmente, virou uma festa…  Mas, que eu saiba, nada comparada à de Paris ou  Paulo Francis:

(DIÁRIO DA CORTE, Três Estrelas, SP, 2012, fl.168)

Ah, o Policarpo  abaixo é o mesmo do “…Delúbio, guerreiro do povo brasileiro…“, viu (POR QUE VIREI À DIREITA (o livro. Ou quase)?

Fui.

08ago. PARALIZAÇÃO!

Era pra acordar às 04:00h, mas compormissos inadiáveis com o esporte olímpico (viram o que o ginasta holandês e o volei feminino Brasil x Rússia fizeram?) e Gabriela me dispersaram.  Num dá nem pra pegar no livro GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DA FILOSOFIA… Mas já que hoje é dia de PARALIZAÇÃO mesmo, revejamos uma imagem histórica:

CALENDÁRIO SINDJUFE1Lembra, leitor? Segundo as más línguas,  há um tempo atrás o então dirigente sindical acima teria dito que o PCS tava garantido … E virou deputado. Veja mais É NA PRESSÃO ou ME ENGANARAM?. PT, saudações. Fui.

06ago. DE “PÓS-MODERNO” A EVANGÉLICO

Como o mundo dá volta, meu deus! Ainda me lembro de “…e eu me mordo de ciúme… (Ciúme, Ultraje a Rigor); “…Por que você não olha para mim, ô, ô, ô …por trás desse óculos tem um cara legal… (Óculos, Paralamas do Sucesso); “… nos deram espelhos e vimos um mundo doente…” (Índios, Legião Urbana)…  Era a parada do momento. Toda sexta-feira, aquele então rebelde camarada passava na Ruf (Residência Universitária Feirense/Barris) e, na garupa da sua moto, quando vazia, pulava o seu amigo quase punk (atual arquiteto de porte na prefeitura do campus da UFBa)…  Cabeça e afim do mundo aqui e agora (claro: o mundo ia acabar no fogo cruzado EUA x URSS, e, além disso, o socialismo real já havia derrotado toda e qualquer utopia/ideologia…Assim se pensava na época …), a XL250/Honda não demorava a partir para um tempo pós-protesto sôfrego por festa (pós-modermo)

E não é que, por mero acaso, acabei de encontrar num supermercado (na verdade, ontem) o dono da moto? QUANTA DIFERENÇA! Diga aí, tudo bem? Nos aproximamos. Como você está? Apertamos as mãos. Não sei nem como falar…, prenunciou o agora cristão. Estou na santa paz de Deus,  dá pra você ver?

Faltava o terno, mas o traje dele era o mais a rigor e pouco dado a um meio-dia de domingo tropical possível. Quase nada das antigas madeixas desencontradas havia. E se havia, não pareciam desencontradas.

Esse é o pastor (disse o nome do novo colega) e você está convidado a comparecer na igreja para ouvir a palavra de Deus

E falava como se estivesse perante ao Senhor. Nem o 882 a 409 (veja QUE PANCADA! VITÓRIA HISTÓRICA!) me surpreendeu tanto. E os leitores de Nietszche e Marx dizendo que Deus está ou estava morto, COITADOS

MENSALÃO1

Veja como, segundo a revista Época, se formou o “CAIXA2“:

“… A equipe da PF constatou, num exame rápido, que se tratava dos papéis procurados. Havia faxes, e-mails, cheques e notas com as ordens de pagamento enviadas por gerentes de Marcos Valério à agência do Rural em Brasília. Eles exibiam os nomes dos deputados e de assessores pilhados no mensalão – entre eles, o petista João Paulo Cunha (ex-presidente da Câmara), José Janene (líder do PP) e Valdemar Costa Neto (presidente do PL). Não havia mais como negar – até aquele dia, Marcos Valério jurava que não repassara dinheiro a Delúbio Soares, e Delúbio Soares jurava que não recebera nada. A prova material confirmava o que Jefferson contara. O mensalão estava provado. Os policiais informaram o achado a seus superiores em Brasília, lacraram os documentos e partiram rumo ao aeroporto da Pampulha. Entraram no Cessna Citation, prefixo PT-LVF, avião usado pela PF em suas principais operações – e deram ordem para que o piloto decolasse rumo a Brasília. Enquanto o Citation taxiava na pista, tocou o celular de um delegado. Era o juiz federal Jorge Gustavo Costa, da Quarta Vara de Minas Gerais, o mesmo que autorizara a busca no arquivo do Banco Rural. “Não é para decolar”, disse ele. “Voltem, lacrem tudo e devolvam o material…”

Na íntegra: http://revistaepoca.globo.com/Brasil/noticia/2012/08/como-acusacao-do-mensalao-foi-montada.html

MENSALÃO2

Confesso que esperei mais da capa de Veja. Achei que a voz clara e didática do Procurador Marcus Gurgel merecia mais destaque… Já a da Carta Capital foi precisa: o horror que merece destaque é outro: o da ditadura. Nada, pra ela, acontece no STF. Será que O CASO É “JURIDICAMENTE FRÁGIL”, mesmo (VIVA A CORRUPÇÃO!)? Coincidência: as páginas do PT e PCdoB, outrora tão defensoras do Povo Brasileiro, não falaram nada. Só restaram mesmo a danada da imprensa burguesa,  o PSTU (http://pstu.org.br/nacional_materia.asp?id=14440&ida=20) e oPSOL (http://psol50.org.br/blog/2012/08/02/nota-do-psol-sobre-o-julgamento-do-mensalao/)

Tomara que  … A verdade, quando brilhar, ofusque mesmo a mentira mais engenhosamente construída…, como salienteou o Portal Vermelho, referindo-se à CPMI do Cachoeira:

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=190328&id_secao=1

E que Deus ilumine tanto a CPMI, quanto o STF… ………………………………………………………………………SEM MEDO DE SER FELIZ

…Já votei em Lula contra o Collor e defendi seu governo até 2004/5 (podem olhar meus artigos), primeiro contra a gangue dos quatro carbonários que queriam fazer a “revolução” socialista e que o PT expulsou. Até o Dirceu eu cheguei a defender(!), até o caso do Waldomiro, quando me toquei. Só fui “cair de pau” mesmo quando explodiu o mensalão, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do bordel e expulsou os bolchevistas que envolviam o Lula em uma teia de picaretagens político-ideológicas, lideradas pelos comissários do povo que, graças a Deus, caíram. Critiquei também seu “não sei de nada”. Hoje, minha pobre indignação (quem sou eu?) é contra o sindicalismo pelego que se infiltrou em cem mil buracos do Estado, minha raiva é contra o uso da máquina para o populismo na mídia, contra o aumento de gastos públicos, usando mal os bilhões de dólares que entram, contra o aliancismo com os piores canalhas da nação. Muito bem… (Arnaldo Jabor, http://historiatube.com/jabor/ruth.htm)

Como você sabe, leitor, eu fui um feliz e exaltado SEM MEDO DE SER FELIZ, até os dólares se exaltarem na cueca. Lá, o Informativo (ou o site) Sindjufe publicou:

A POLÍTICA DA CUECA

‘“A sociedade espera muito do governo do PT. Nunca será demais repetir que a nossa responsabilidade é imensa. Nunca será demais repetir que não podemos falhar. O PT e muitos dos seus partidos aliados são constituídos por militantes que empenharam suas vidas para mudar o Brasil. São os sonhos e esperanças dos militantes abnegados, dos mais velhos aos mais jovens, que estão em jogo. E, acima de tudo, são os sonhos e esperanças do povo brasileiro, do povo mais sofrido, que não podem se frustrar…

 Resolução da executiva nacional do PT,  março/2002

O sonho acabou? Acabou. Aquela mala que ia para Fortaleza em perigoso contato com aquela cueca explodindo de dólares… Agora, é torcer para que cada fracasso  em nossas vidas seja, ao mesmo tempo, um misterioso triunfo, como dizia o budista J.L.Borges.

Descarrilado por uma vida pragmática que há muito o enreda em expedientes de tráfico, o outrora partido da contracultura brasileira exibe provas de ter-se rendido à cultura e deve se perguntar:

Ficaram os tempos de idealismo para trás?

Era o que achava, há dez anos, um dos seus mais jovens e promissores teóricos, César Benjamin, ao abandoná-lo. É duro ver o PT sofrer as mesmas críticas que sempre fez. E mais duro ainda é ter a triste sensação de tudo parecer verdade. Dá pra negar que o partido nascido para derrotar – com democracia, ética e organização popular – o sistema político brasileiro e suas regras espúrias está mesmo sendo derrotado por ele?  Ainda bem que gente como a Senadora Heloisa Helena foi expulsa antes (…) Os fins podem mesmo justificar os meios? (…) Ou os meios constroem os fins – como modificou Sartre – ou os fins serão destruídos pelos meios, como mostrou o socialismo real…’ (Luiz Estrela, 10jul05)

Por isso, leitor, reproduzo, aqui, o artigo OS 11 DO SUPREMO COMEÇAM A DECIDIR HOJE O DESTINO DE 200 MILHÕES, NÃO APENAS DE 38 PESSOAS, do jornalista Reinaldo Azevedo, o meu ex-esquerdista predileto (lembram de POR QUE VIREI À DIREITA?) Em outros tempos, o autor reproduzido, neste momento, certamente seria uma Marilena Chauí, um Hélio Bicudo, um Leonardo Boff, uma Maria da Conceição Tavares…, gente que, do alto das suas excelências e acuidade moral, ajudaram a brilhar a estrela do PT, hoje tão desenturmada. Ou enturmada? Antes, porém, veja o que, em 02jul08, disse o amigo de 30 anos e então chefe-de-gabinete do presidente Lula,  Gilberto Carvalho, nas páginas amarelas de Veja (edição 2067). Será que Lula sabia? Note,leitor, que, na época, a imprensa burguesa ainda era linda. Extratos (grifos nossos):

Veja – Lula delega muitas funções ou é centralizador?
Gilberto Aquela visão que havia de que José Dirceu ou Palocci mandavam no governo é equivocada. Ele é um sujeito que controla tudo com mão-de-ferro o tempo todo. O presidente concentra muito o poder, quer ver a coisa acontecer, usa bastante o telefone. Na mesa dele há um computador com notícias on-line. É só ele ler alguma coisa para ir para cima dos assessores, dos ministros

Veja – Qual foi o pior momento do governo?
Gilberto – Não há dúvida de que foi a crise de 2005, quando havia muita gente convicta de que o governo tinha acabado, de que o impeachment do presidente era iminente. Houve a famosa noite em que Palocci (ex-ministro da Fazenda) e Márcio Thomaz Bastos (ex-ministro da Justiça) foram aconselhá-lo a entrar em acordo com a oposição. Lula abriria mão da reeleição em troca do restante do mandato. Aquela noite foi muito difícil para todos nós. Outra noite trágica foi a do dólar na cueca (um petista foi preso com dinheiro dentro da cueca). Ao saber da história, o presidente botou as mãos na cabeça e falou: “Meu Deus, onde é que nós vamos parar?”. Era uma sucessão inacreditável de picaretagens. Para completar, além da crise política, a economia também apresentava problemas. O PIB não crescia como prometemos.

Veja – Sem resultados e com tanta gente pressionando, o que levou Lula a manter a política econômica intacta?
Gilberto – Foi o receio de que a mexida pudesse piorar as coisas, que já estavam muito ruins no plano político. Naquelas circunstâncias, o governo não tinha apoio parlamentar para promover mudanças

Veja – O presidente vive reclamando da imprensa, e alguns de seus assessores já chegaram a acusar a Polícia Federal de vazar documentos para constranger o governo.
Gilberto – A matriz de análise do presidente é sempre a mesma: dar um pau em quem faz bobagem. Ele sempre fala que o papel da polícia e da imprensa é esse. As reações contrárias surgem em momentos em que ele enxerga uma carga de preconceito nas críticas. No governo passado, Fernando Henrique Cardoso também levou um pau danado da imprensa, não podemos esquecer. O problema é quando isso caminha para o preconceito…”

Que tal, leitor? A imprensa burguesa deve ser censurada ou não? Nessa entrevista, Gilberto Carvalho ainda fala de Pallocci, Zé Dirceu, Lulinha (Gamecorps/Telemar), a então pouco ocnhecida Dilma Rousseff, Lula em 2014, etc.

Na íntegra: http://veja.abril.com.br/020708/entrevista.shtml

“OS 11 DO SUPREMO COMEÇAM A DECIDIR HOJE O DESTINO DE 200 MILHÕES, NÃO APENAS DE 38 PESSOAS…

“… Guardemos estes nomes: Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes, Cezar Peluso, Ayres Britto, Joaquim Barbosa, Ricardo Lewandowski, Carmen Lúcia, Dias Toffoli, Luiz Fux e Rosa Weber. Eles não estão decidindo apenas uma pequena parte da vida de 38 pessoas. Eles estão decidindo é o destino de 200 milhões de brasileiros e de outros milhões que estão por vir. Guardemos esses nomes. Eles poderão restar na história como personagens de um marco: o dia em que as leis brasileiras disseram aos poderosos que eles não podem tudo. Guardemos esses nomes para que sejam decorados por nossos filhos e por nossos netos. Eles poderão vir um dia a ser exaltados como os protagonistas do dia do “Basta!” Mas também poderão ser execrados como exemplos acabados de promotores da impunidade…

…a tese furada, vigarista, de que tudo não passou de caixa dois de campanha, coisa menor, quase uma besteirinha. Não se deixem sequestrar pela falácia. Se usaram o dinheiro para pagar dívidas de campanha ou para tomar Chicabon, isso não muda a natureza dos crimes cometidos para obter os recursos. Eu insisto neste ponto: tanto pior se a dinheirama ilegal, vinda de empresas e órgãos públicos, foi usada para financiar eleições. Isso quer dizer que recursos públicos foram empregados para fraudar um dos pilares da democracia. Se a turma tivesse usado a grana para cair na farra, acreditem!, seria igualmente grave do ponto de vista moral, mas menos deletério no que concerne à ordem democrática…”

Atenção, leitor. Veja do que trata o relatório do Minsitro Joaquim Barbosa:

“… Os 11 do Supremo estarão escolhendo um futuro para o país. Então não é esta a Casa que, num impulso moralizante (…), aprovou a Lei do Ficha Limpa? Que limpeza espera da política quem, na prática, condescende com o uso do dinheiro público como se privado fosse, usado para financiar partidos políticos e parlamentares? Se houve crime eleitoral também — e isso parece incontroverso —, ele está no uso que se fez do dinheiro, não na maneira usada para consegui-lo

… trecho do relatório da CPMI dos Correios, que explica como funcionavam os “empréstimos” feitos pelo Banco do Brasil às agências de Marcos Valério (…) Pode-se tomar como exemplo o contrato de publicidade e propaganda celebrado entre o Banco do Brasil e a empresa DNA, que foi objeto de auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União em que se constataram irregularidades na sua execução. Os Bônus de Volume, diferente de bonificação, deveriam ter sido transferidos ao Banco do Brasil, de acordo com o contrato, mas não o foram. O Banco, por seu turno, não tomou as medidas para receber esses valores, em descumprimento aos arts. 66 e 67 da Lei n° 8.666/93 e às cláusulas contratuais. Segundo o TCU, o prejuízo pode ter chegado a RS 37.000.000,00.

A Companhia Brasileira de Meios de Pagamento – Visanet – e a Servinet também podem ter sido utilizadas pelo Banco do Brasil para repassar recursos ilegais à DNA. Essas empresas repassaram, à DNA, R$ 91.149.916,18 no período de 2001 a 2005 e, segundo o Senhor Antônio Luiz Rios (sócio das duas empresas), não mantinham contrato com a DNA. Conforme seu depoimento, desde 2001 os pagamentos à DNA pela Visanet são oriundos do Programa “Fundo de Incentivo Visanet”, proposto pelo Banco do Brasil, sendo que os repasses se davam mediante autorização do Banco.

A CPM1 rastreou os dois maiores créditos efetuados pela Visanet à DNA – R$ 23,3 milhões em 20/5/2003 e R$ 35 milhões em 12/3/2004 e verificou que:

a) quanto ao crédito de RS 35 milhões, observa-se que, em 12/3/2004, a Visanet depositou R$ 35 milhões na conta da DNA no Banco do Brasil; no dia útil imediato, a DNA transferiu R$ 35 milhões para outra agência do Banco do Brasil e, no mesmo dia, aplicou R$ 34,8 milhões em fundo de investimento do Banco; pouco depois, em 22/4/2004, a DNA efetuou uma TED de R$ 10 milhões a crédito do Banco BMG, referente à compra de certificados de depósito bancário; quatro dias depois, em 26/4/2004, foi concedido empréstimo de exatos R$ 10 milhões do Banco BMG a Rogério Lanza Tolentino & Associados. Como garantia, apenas o aval de Marcos Valério Fernandes de Souza e Rogério Lanza Tolentino e a aplicação financeira da DNA junto ao BMG acima referida. Apenas após a instalação da CPM1 foi proposta a execução judicial do crédito.

b) no tocante ao crédito de RS 23,3 milhões, verifica-se que, em 19/5/2003, a Visanet depositou R$ 23,3 milhões na conta da DNA no Banco do Brasil; no dia seguinte mesmo, a DNA aplicou R$ 23,2 milhões em fundo de investimento do próprio Banco do Brasil; depois, estranhamente, em 26/5/2003, a SMP&B, também pertencente a Marcos Valério, tomou empréstimo de R$ 19 milhões no Banco Rural. Há fortes indícios de que esses empréstimos, na verdade simulados, serviram de fonte de recursos para distribuição de dinheiro, conforme admitiram os próprios envolvidos, Srs. Delúbio Soares e Marcos Valério. (…)

CABA NÃO, MUNDÃO!

Na íntegra: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/os-11-do-supremo-comecam-a-decidir-hoje-o-destino-de-200-milhoes-nao-apenas-de-38-pessoas/

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