LULA E DILMA, 10 ANOS

antes da matéria - Cópia

22maio. SERRI GENTE II:

1- CASA CIVIL NEGA (ao MPF) ACESSO À INVESTIGAÇÃO SOBRE ROSEMARY

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2013/05/22/casa-civil-nega-acesso-investigacao-sobre-rosemary-497565.asp

2-“TOLERÂNCIA ZERO COM A CORRUPÇÃO

PT, TIÃO VIANA, TOLERÂNCIA 0“O PT e o governo do Estado sempre manifestaram tolerância zero contra qualquer prática de corrupção”

NOTA OFICIAL  http://www.pt.org.br/noticias/view/acre_pt_divulga_nota_em_repudio_a_ataques_contra_o_governo_petista

E tudo isso ao lado do anúncio do blog de Zé Dirceu: BLOG DO ZÉ DIZERCEU, PT

3. “…REACIONÁRIO, CONSERVADOR, MÍDIA GOLPISTA…” PCdoB, ESTADÃO

Tudo bem que foi em nome de DILMA e RENAN

“…A presidenta Dilma Rousseff divulgou nota de pesar pela morte de Ruy Mesquita. Dilma diz que o jornalista “foi um homem de convicções” e “símbolo de uma geração da imprensa brasileira”, ao lembrar a criação do “inovador” Jornal da Tarde. “Neste momento de dor, presto a minha solidariedade à família e [aos] amigos”, conclui (…) O presidente do Senado, Renan Calheiros também divulgou nota de pesar pela morte de Mesquita...”

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=6&id_noticia=214256

Mas o ” reacionário e conservador”  O ESTADO DE SÃO PAULO não era o retrato da mídia golpista?

IDEOLOGIA:

seta gira” … é um imaginário de explicações feitas e acabadas, justificador do mundo tal como ele parece ser…” (fl.136);marilena CONVITE

“… interpretação imaginária da sociedade do ponto de vista de uma única classe social… (fl.176);

“…lógica social imaginária de ocultamento da realidade histórica…” ” (fl.282)

21maio.  TUDO POR AMOR II (MAIS UM ATAQUE DE VEJA):

veja, com o dinheiro dos pobres ...veja, com o dinheiro 2 veja-desentendimento veja, com o dinheiro dos pobres, DESENTENDIMENTO2veja-com-o-dinheiro4

deu na veja

……………………………………………………………………………….LULA E DILMA, 10 ANOS

lula e dilma, 10 anos de governos pós liberaisSobre o livro ao lado (organizado pelo sociólogo Emir Sader, com textos de Marilena Chauí, Marco Aurélio Garcia, Marcio Pochmann, Luiz Gonzaga Belluzzo, José Luis Fiori, Luis Pinguelli Rosa e Paulo Vannuchi), a própria editora diz  o seguinte (grifo atual):

“…é um panorama de 21 ensaios de intelectuais engajados e ativamente envolvidos na política da última década, que discorrem sobre como foram implementadas as políticas sociais – o cerne dos governos Lula e Dilma –, seus enfoques setoriais obrigatoriamente desiguais, seus sucessos e obstáculos até hoje ainda não superados. Além desse amplo espectro de reflexões, o livro conta com uma entrevista inédita com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, realizada em fevereiro de 2013 especialmente para esta coletânea, na qual ele avalia a experiência de governo e faz um balanço das suas realizações e do que não foi possível fazer durante seus dois mandatos. “A intuição e o pragmatismo de Lula serviram de bússola nesse caminho, com situações às vezes surpreendentes e inesperadas, mas que fizeram com que se concluísse esse período com um balanço claramente positivo”, afirma o sociólogo…” [Emir Sader]

Veja, do próprio site,  um “Trecho do livro” (sobre a classe média; grifo atual)

“…Fragmentada, perpassada pelo individualismo competitivo, desprovida de um referencial social e econômico sólido e claro, a classe média tende a alimentar o imaginário da ordem e da segurança porque, em decorrência de sua fragmentação e de sua instabilidade, seu imaginário é povoado porfora collor, impeachement um sonho e por um pesadelo: seu sonho é tornar-se parte da classe dominante; seu pesadelo é tornar-se proletária. Para que o sonho se realize e o pesadelo não se concretize, é preciso ordem e segurança. Isso torna a classe média ideologicamente conservadora e reacionária, e seu papel social e político é o de assegurar a hegemonia ideológica da classe dominante, fazendo com que essa ideologia, por intermédio da escola, da religião, dos meios de comunicação, se naturalize e se espalhe pelo todo da sociedade. É sob essa perspectiva que se pode dizer que a classe média é a formadora da opinião social e política conservadora e reacionária…”

Marilena Chaui em “Uma nova classe trabalhadora”

http://www.boitempoeditorial.com.br/livro_completo.php?isbn=978-85-7559-328-8

Não li o livro, leitor, nem vou ler por várias razões. E uma delas talvez seja um certo   oficialismo. Agora, se você puser os termos Marilena, Marilena Chauí ou  Chauí  em pesquisar ao lado, verá que muita coisa será encontrada. Ex: o blog, ÉTICA NÃO É IDEOLOGIA, A GUERRA QUE ELES NÃO PODEM PERDER… Nem tudo será encontrado, aliás, em razão da liminar. Mas, em O POVO NÃO É BOBO, ABAIXO…, por exemplo, você verá:

“… o que distingue a democracia? … em primeiro lugar: a defesa da liberdade de pensamento e expressão , isto é, a defesa do marilena chauidireito da opinião pública … para isso é preciso que você tenha acesso aos meios pelos quais você exprime sua opinião… Ora, quando esses meios  são um monopólio, quem vem falar pra mim em democracia? … Para que ela exista, seria preciso que, em igualdade de condições,  duas, três ou quatro opiniões  antagônicas pudessem se exprimir no mesmo tempo e no mesmo  espaço … O que nós temos é controle da opinião

Essa é a Marilena que me formou, leitor (veja imagem dela no cabeçalho do blog). Felizmente, li muita coisa sua e a vi várias vezes, aqui em Salvador.  Era a doutora, autora e filósofa de um mundo que ainda ia se estabelecer ( o PT antigo). O que aquela  professora não via? Mas, aí, o PT chegou ao poder. E ela passou a não ver. Pra falar a verdade, aliás, nunca vi nem ouvi nada dela sobre as cenas fortes de, por exemplo, VOCÊ JÁ VIU ESSE FILME? (have you ever seem that film?)  nem VOCÊ JÁ VIU ESSE FILME? – parte 2

Já seria a própria professora uma “conservadora”? Você sabe que o mundo é dialético (tese, antítese, síntese), né, leitor? E, hoje, o PT (e certamente a professora) é a tese. “…a dialética opera por uma espécie de purificação e decantação de conceitos a partir do embate das opiniões…, diz a profícua autora em marilena, INDTRODUÇÃOINTRODUÃO À HISTÓRIA DA FILOSOFIA (DOS PRÉ-SOCRÁTICOS A ARISTÓRELS; Cia Das Letras, SP, 1994, fl. 228). Ora, o que a professora diz sobre a classe média (bom e inevitável fenômeno do capitalismo) poderia ser dito, por exemplo, de LULA, JOSÉ DIRCEU, GENOÍNO, PALOCCI, JOÃO PAULO, DELÚBIO…, o cerne do próprio PT? Poderia ser dito do mundo interno dos partidos, sindicatos  e estados chamados “socialistas”?  (veja DESVIO NO SINDJUFE É DE BEM MAIS DE MEIO MILHÃO!, NADA É TUDO, VIDEOGRAMAS DE UMA REVOLUÇÃO, CISNES SELVAGENS, VOCABULÁRIO DE IDEIAS PASSADAS, STALIN, MAO, FIDEL (e ERENICE),  DICIONÁRIO AMOROSO DA AMÉRICA LATINA…)  Quem não é ou vem a ser conservador?

Vou deixar vocês, mais uma vez, com o ótimo conservador Reinaldo Azevedo:

17/05/2013

Ela nos odeia. Ela nos abomina. Ela quer o nosso fim! Ou: Por que Marilena não nos conta quanto ganha com os livros didáticos adotados pelo MEC?

reinalod, ela nos odeiaO sociólogo Emir Sader, emérito torturador da língua portuguesa, é organizador de um livro de artigos intitulado “10 anos de governos pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma” (…) O título é coisa de beócios. Para que pudesse haver esse “depois”, forçoso seria que tivesse havido o “antes”. Como jamais houve liberalismo propriamente dito no país — o “neoliberalismo” é apenas uma tolice teórica, que nunca teve existência real —, a, digamos assim, “obra” já nasce de uma empulhação intelectual

(…)

Quem foi neoliberal? Fernando Henrique? Porque privatizou meia dúzia de estatais? A privatização de aeroportos e estradas promovida por Dilma Rousseff — e ela o fez mal e tardiamente — é o quê? Expressão do socialismo? Do “neonacional-desenvolvimentismo”? Sader se orienta no mundo das ideias com a mesma elegância com que se ocupa da sintaxe, da ortografia e do estilo.

Na terça-feira passada, um evento no Centro Cultural São Paulo marcou o lançamento do livro. Luiz Inácio Lula da Silva (quando Sader está no mesmo texto, eu me nego a chamar Lula de “apedeuta”!) e Marilena Chaui estavam lá para debater a obra. Foi nesse encontro que a professora de filosofia da USP mergulhou, sem medo de ser e de parecer ridícula, na vigarice intelectual, na empulhação e na pilantragem teórica. Se eu não achasse que estamos diante de um cárater típico, seria tentado a tipificar uma patologia. Republico o vídeo. Volto em seguida.

Voltei Trata-se de uma soma estupefaciente de bobagens — sim, há método em tudo isso — de que me ocupo daqui a pouco, embora Marilena não merecesse muito mais do que farei neste parágrafo e no próximo: pegá-la no pulo. Os livros didáticos e paradidáticos de filosofia desta senhora são comprados pelo MEC e distribuídos a alunos do Brasil inteiro. Quanto dinheiro isso rende à nossa socialista retórica, que só se tornou uma radical de verdade quando ser radical já não oferecia nenhum perigo? Marilena é professora da USP desde 1967. É só no começo dos anos 80, com o processo de abertura em curso — lembrem-se de que, em 1982, realizaram-se eleições diretas para governos de estado —, que se ouve falar da tal Chaui. E não! Ela não exercia ainda esse esquerdismo xucro, mixuruca, bronco. Seu negócio era falar de Merleau-Ponty, dos frankfurtianos, de Espinoza, confrontando a ortodoxia marxista… À medida que foi se embrenhando na luta partidária, tornou-se uma proselitista vulgar, “intelectual” demais para ser um quadro dirigente do partido, partidária demais para ser considerada uma intelectual — cuja tarefa principal, sim, senhores!, é pensar com liberdade.

Marilena poderia revelar à classe média que ela odeia quanto dinheiro ganhou com os seus livros didáticos e que nobre destino deu à grana. E acreditem: não é pouco. Autores que têm a ventura de ser incluídos na lista do MEC podem ficar ricos. Socialista que é, ortodoxa mesmo!, impiedosa com a “classe média”, não posso crer que ela tenha se conformado com os fundamentos reacionários do processo de herança, enriquecendo filhos e netos. O dinheiro amealhado deve ter sido doado a alguma entidade revolucionária, a algum sindicato, a alguma ONG que lute contra as desigualdades. Não posso crer que Marilena se conforme em transformar aquela bufunfa em consumo, viagens ou bens imóveis.

Pilantragem intelectual Vamos ver. Foi o PT quem mais se beneficiou politicamente com a suposta existência da tal “nova classe média”, conceito que já ironizei aqui, mas por motivos diversos dos da destrambelhada que fala acima. A rigor, essa é uma criação da marquetagem partidária.

Inventou-se uma tal classe média que já corresponderia a 54% da população brasileira. E que classe é essa? Segundo a SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos), são as famílias com renda per capita, atenção!, entre R$ 300 e R$ 1.000. Um casal cujo marido ganhe o salário mínimo (R$ 678) — na hipótese de a mulher não ter emprego — já é “classe média” — no caso, baixa classe média (com renda entre R$ 300 e R$ 440). Se ela também trabalhar, recebendo igualmente o mínimo, aí os dois já saltarão, acreditem, para o que a SAE considera “alta classe média” (renda per capita entre R$ 640 e R$ 1.020). Contem-me aqui, leitores, como vive e onde mora quem tem uma renda per capita de R$ 640? O aluguel de um único cômodo na periferia mais precária não sai por menos de R$ 250… Assim como decretou que a maioria dos brasileiros está na classe média, o governo petista está prestes a decretar o fim da miséria — governo, insista-se, de que Marilena é mero esbirro.

Logo, à diferença do que sugere a sem-remédio que fala no vídeo, a “nova classe média” não é uma invenção da “direita”, dos “conservadores” e dos “reacionários”, que ela também odeia, mas do lulo-petismo, que ela tanto adora.

Confusão Marilena faz uma confusão estúpida entre a separação das “classes” por renda e o conceito marxista de “classe”. A primeira é só uma divisão estabelecida segundo faixa de renda e padrão de consumo. Não é nem nunca foi uma abordagem política. Assim, a sua diatribe segundo a qual a “nova classe média” seria, na verdade, “classe trabalhadora” é manifestação da mais alvar burrice. Ora, um operário especializado que ganhe R$ 5 mil deve ser tão “trabalhador” quanto outro que receba o salário mínimo. Há, no que concerne a renda e consumo, diferenças importantes entre ambos, não?, embora Marilena certamente sonhasse em ver os dois irmanados no mesmo projeto socialista. E isso explica o seu “ódio” — que, no fundo, é ódio de sua própria falência como intelectual.

O ódio A forma como Marilena se dirige à plateia reproduz, acreditem, o método que emprega em suas aulas. Sei porque já  vi. Ela busca, nas suas exposições, o momento da apoteose, do aplauso. Depois de ter feito uma salada entre “classe social”, segundo a visão marxista, e uma mera divisão segundo faixa de renda, ela mesma pergunta: “E por que é que eu defendo esse ponto de vista?”

Hábil manipuladora de plateias, treinada nas salas de aula para fazer com que seus próprios preconceitos pareçam pensamentos e para confortar a ignorância daqueles que a ouvem embevecidos, ela ainda criou um certo suspense, descartando respostas que seriam óbvias: “Não é só por razões teóricas e políticas.”

SUSPENSE!

Nesse momento, até o público presente, que estava lá para aplaudi-la, pouco importando a bobagem que dissesse, deve ter ficado à espera de um aporte teórico novo ou de uma chave que abrisse as portas da compreensão. Afinal, estavam diante de uma das mais incensadas professoras de filosofia do país, um verdadeiro mito da universidade nos tempos da barbárie intelectual petista. Se as restrições que fazia ali não estavam fundadas nem na teoria nem na política, o mais provável é que se estivesse prestes a ouvir uma revelação. E Marilena, ao menos para os padrões da academia, não decepcionou. Compareceu com uma categoria de pensamento nova.

“É porque eu odeio a classe média. A classe média é um atraso de vida. A classe média é a estupidez. É o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, arrogante, terrorista. É uma coisa fora do comum a classe média (…) A classe média é a uma abominação política porque ela é fascista. Ela é uma abominação ética porque ela é violenta. E ela é uma abominação cognitiva porque ela é ignorante”.

Aplausos e risos Sua teatralidade bucéfala lhe rendeu aplausos entusiasmados. Não há nada mais degradante do que levar uma plateia de idiotas a rir de si mesma na suposição de que idiotas são os outros. Afinal de contas, a oradora e aqueles que a aplaudiam são o quê? Pobres? Marxistas revolucionários? Ah, mas aí vem o truque principal dos vigaristas intelectuais que ouvem e da vigarista intelectual que fala.

É certo que operários não são. É certo que são da “classe média”, só que se distinguiriam daqueles a quem “abominam” porque supostamente dotados de uma consciência superior. O filho revolucionário do banqueiro, nessa perspectiva, não teria o menor pudor de chamar de “classe-média reacionário” o gerente do banco do pai — enquanto, como diria Fernando Pessoa, “mordomos invisíveis administram a casa”.

Marilena teme que um trabalhador de classe média perca o seu natural pendor revolucionário, como se o natural pendor revolucionário dos trabalhadores não fosse, no fim das contas, uma ilusão de intelectuais de… classe média! No fundo, Lula e Dilma, celebrados no livro que reuniu a turma, evidenciam a falência do pensamento da sedizente filósofa. O modelo petista está ancorado na expansão do consumo, e Marilena acha profundamente reacionário que alguém possa se interessar mais por uma geladeira nova do que por suas ideias abstratas de justiça. É que, quase sem exceção, os que fomentam ideias abstratas de justiça já têm geladeira nova.

Lula estava presente. Consta que riu, com a mão cobrindo o rosto. Teria dito depois que, agora que é de classe média, começam a falar mal da dita-cuja. As bobagens de Marilena Chaui não são irrelevantes. Servem para criar a mística de que o PT ainda é um partido de pendor revolucionário — ainda que a revolução possível. Besteira! O que ele é, sim, é um partido autoritário, que não é avesso, se as condições forem favoráveis, à violência institucional. Está em curso, por exemplo, a pregação em favor do controle da mídia e do controle do Judiciário. Marilena, com sua picaretagem teórica e intelectual, faz crer que esses são desígnios da progressista classe operária.

Achei que essa senhora, a quem voltarei mais tarde, já tinha chegado ao fundo do poço durante a campanha à Prefeitura, no ano passado. Ainda não! Ela demonstrou que seu abismo intelectual não tem fim. Eu não odeio Marilena. Chego a sentir pena. Deve ser muito triste chegar a essa idade carente desse tipo de aplauso. Em vez da serenidade madura que instrui, a irresponsabilidade primitiva que desinforma. Pena, sim! Menos de sua conta bancária.

Por Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/ela-nos-odeia-ela-nos-abomina-ela-quer-o-nosso-fim-ou-por-que-marilena-nao-nos-conta-quanto-ganha-com-os-livros-didaticos-adotados-pelo-mec/

veja, também:

1994, IDÉIAS PARA UMA ALTERNATIVA DE ESQUERDA

VOCABULÁRIO DE IDEIAS PASSADAS

STALIN, MAO, FIDEL (e ERENICE)

DICIONÁRIO AMOROSO DA AMÉRICA LATINA

CONTRA UM MUNDO MELHOR

A RIQUEZA E A POBREZA DAS NAÇÕES

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